LARY FALA SOBRE DESAFIO DE ESCREVER SEIS FAIXAS PARA “EQUILIBRIUM”, DE ANITTA Ricardo Lemos 30 de julho de 2026 Cultura, Notícias Participando das duas partes do projeto, Lary explica como as transformações vividas por Anitta influenciaram a criação das canções. Presente nas duas partes de Equilibrium, com músicas lançadas na primeira etapa do álbum e também na segunda, Lary afirma que o maior desafio foi compreender o momento vivido por Anitta e traduzir diferentes emoções em canções que dialogassem entre si, sem abrir mão da personalidade de cada uma. Presente em “Ternura”, “Deus Existe”, “Não Me Cutuca”, “Tudo Isso”, “Deus Mãe” e “OKE”, a cantora e compositora explica que o trabalho começou muito antes da escrita das letras. O primeiro passo foi entender a narrativa que Anitta desejava construir ao longo do disco. “Quando a gente entra em um projeto como esse, mergulha completamente no universo do artista. A Anitta compartilha muito do que está vivendo, das emoções, das dúvidas e das transformações que está passando. Ela se permite ser extremamente vulnerável, e isso dá à equipe criativa muitos elementos para trabalhar.” Segundo Lary, esse processo fez com que cada composição assumisse um papel específico dentro do álbum, sem perder a unidade proposta pelo projeto. “Cada música acaba representando um aspecto diferente dessa jornada. Eu acredito que, quando a composição parte da verdade, fica muito mais fácil criar histórias que realmente emocionam e geram identificação com o público.” Ao longo de Equilibrium, as seis faixas assinadas por Lary transitam por temas como espiritualidade, relações afetivas, força feminina e autoconhecimento. Embora cada canção tenha uma sonoridade e uma proposta distintas, todas nasceram da mesma intenção: traduzir em música um momento de transformação vivido por Anitta. Para Lary, esse é um dos maiores desafios de quem trabalha nos bastidores da música: construir um repertório que respeite a identidade do artista sem repetir fórmulas. “Quando você entende quem é o artista naquele momento da vida, as músicas começam a encontrar seus próprios caminhos. Cada uma pede uma linguagem, uma emoção e uma forma diferente de se conectar com quem vai ouvir.” O resultado é um repertório que apresenta diferentes camadas da intérprete e reforça a importância do trabalho coletivo na construção de um álbum conceitual. Para ela, participar desse processo foi também um exercício de escuta e sensibilidade. Deixe uma resposta Cancelar resposta Seu endereço de email não será publicado.ComentarNome* Email* Website